… muitos não sabem do que se trata. É uma actividade lúdica extraordinária onde o papel é a matéria que lhe dá vida.
Uma nossa “velha” amiga destas coisas dos blogues é uma apaixonada da temática e até tem um blogue inteiramente dedicado à “causa”, mas… o melhor é irem lá dar uma espreitadela porque vão achar muito bem empregue o tempo dispendido na visita.
Bravo querida Comadre!… ai que já ia estragando o anonimato eh,eh,eh!
Fica aqui ainda e também um “cheirinho” do que vão encontrar:
Aquiles







Janeiro 7, 2007 ás 11:14 pm
Não deixamos de ser aparentados, pois Mirmitão e Ohinasama fazem parte da tradição/cultura de povos. Os camaleões mudaram de pele mas ainda se reconhecem
Fique bem, estou contente pelo seu regresso – e obrigada pelo post.
Janeiro 8, 2007 ás 12:12 am
Xiiiiiiiiiiiiiii, já tinha saudades tuas

wellcome
beijos
Janeiro 8, 2007 ás 11:17 am
É bom voltar a encontrar-te por aqui, e fui visitar o site indicado onde me diverti a fazer o puzzle, além de se encontrarem por lá coisas bem bonitas.
Continua a aparecer com coisas novas que fazes falta nesta blogosfera.
Bjs
TD
Janeiro 8, 2007 ás 3:32 pm
Foi dificil dar contigo, canudo, uns meses depois, cá te encontro. Abraço apertado de saudades Mirmidão
Janeiro 8, 2007 ás 4:49 pm
Welcome! : )
Janeiro 8, 2007 ás 6:00 pm
Já lá vou ver! Beijos para ti.
Janeiro 8, 2007 ás 6:48 pm
Caro Zeca,
o seu mail deixou-me confuso
só depois é q meti as válvulas a funcionar…
desejo-lhe um bom regresso
Mas não deixa de ser injusto regressar com novo “bólide” e deixar os outros no estaleiro, a não ser q seja um estaleiro de luxo!!!
This is not fair…
Um abração
RPMatos
Janeiro 8, 2007 ás 7:12 pm
Amigo Rui
Tenho umas ideias novas e lá para a frente vou ver se as coloco em prática.
A Nau Catrineta já cumpriu o seu dever e foi para o estaleiro. Modéstia à parte (eh,eh,eh) a malta deve sair sempre na mó de cima e deixar sempre alguma saudade, foi isso que aconteceu à Nau Catrineta.
Um @bração do
Aquiles
Janeiro 8, 2007 ás 7:25 pm
bela arte japonesa de que nós todos sabemos um pouco… tipo o velho e fátuo barco de papel das nossas infâncias!